Para encerrar de vez o assunto Uruguai ficou faltando esta postagem, sobre a visita que fizemos à Bodega Bouza. A pouco mais de dez minutos de Centro de Motevidéu, pela Rota 1, chegamos ao Cno. de La Redención, onde fica esta charmosa vinícola.
Fizemos uma visita guiada pelas unidades de produção e armazenamento e conhecemos as diferentes cepas cultivadas na vinícola. No restaurante da vinícola, degustamos 05 diferentes vinhos por eles produzidos e enfim, almoçamos. Tudo maravilhoso.
Fizemos uma visita guiada pelas unidades de produção e armazenamento e conhecemos as diferentes cepas cultivadas na vinícola. No restaurante da vinícola, degustamos 05 diferentes vinhos por eles produzidos e enfim, almoçamos. Tudo maravilhoso.
Durante a degustação me prestei a fazer anotações sobre os vinhos... Estava prevendo que esta postagem ia demorar e que certamente iria esquecer os detalhes...
O primeiro vinho da degustação foi um branco, corte de chardonnay e albariño: baixa acidez, retrogosto amargo, mas bastante agradável; não identifiquei aromas, mas a impressão que tive é que a albariño fecha um pouco o sabor frutado da chardonnay. Segundo a somelier, o Uruguai é o único lugar que conseguiu produzir a albariño, que é originária da Espanha.
O segundo, um tinto - corte de merlot e tannat, com 6 meses de carvalho: achei bastante adstringente, taninos jovens, aromas de carvalho e cereja. Leve, pouco encorpado.
O segundo, um tinto - corte de merlot e tannat, com 6 meses de carvalho: achei bastante adstringente, taninos jovens, aromas de carvalho e cereja. Leve, pouco encorpado.
Quarto vinho, um puro tannat: 14 meses em carvalho, super potente, não consegui identificar aromas de fruta, o carvalho se sobrepôs. Não é tão aromático quanto o corte com tempranillo.
O almoço, impecável: na entrada, massa folhada recheada com queijo gruyère e molho de mel; prato principal, carré de cordeiro, com abóbora, rúcula e uma redução de tannat. Elegi o corte de tannat com tempranillo para acompanhar o almoço.






