segunda-feira, 22 de março de 2010

"Fazer retiro é tão bom, mas dá uma dor nos joelhos..."

O título da postagem é um trecho de música da banda budista Os The Dharma Lóvers, extremamente adequado para relatar o que senti no meu primeiro retiro Budista, entretanto cabe salientar, que não dói só o joelho, dói tudo!!!!! E o também citado" nó na cabeça"??? É fato. Este final de semana estive em um retiro no Khadro Ling, em Três Coroas. O tema foi "Introdução ao Budismo" e os ensinamentos foram transmitidos pela Lama Sherab Drolma. Eu sou fã desta Lama, acho aquele lugar deslumbrante e ter a opurtunidade de passar dois dias imersa neste ambiente é uma experiência única... A única coisa ruim é que passar tantas horas sentada no chão é pra matar (ops! este não é um comentário auspicioso, mas vocês me entenderam... é modo de falar), falta condicionamento físico, flexibilidade, postura, hábito.... Cheguei em casa ontem no final da tarde, tomei um Dorflex e desmaiei na cama. Além disso os ensinamentos nos levam à muita reflexão, o que gera um cansaço mental forte.
 Depois de 12 horas de cama acordei hoje renovada, mais consciente sobre várias coisas e admirando ainda mais o Budismo... Se um dia eu vou tomar refúgio (assumir compromisso com a prática) é outra estória, mas pretendo incorporar o que eu aprendi no meu dia-a-dia. Além disso fiz "rancho" na lojinha do Templo, comprei acessórios "auspiciosos" e mais dois livros sobre o assunto - é preciso muito estudo para ser Budista! A idéia de me tornar Budista vem amadurecendo lentamente em mim há pelo menos três anos... Vamos ver o que me espera.
As fotos da postagem foram tiradas logo que o dia amanheceu, no domingo... Aquele lugar consegue ficar ainda mais lindo logo que o sol surge, além disso a paz que se sente lá é indescritível. Ainda na música "... achei o caminho e perdi a pressa..."


sexta-feira, 19 de março de 2010

Sofia... ainda precisa de um lar

Há um tempo atrás divulguei a estória da Sofia, Uma gatinha queridíssima que mora em uma pet perto do meu trabalho... 
Pois bem, estou de coração partido. A Sofia não se adaptou bem com a adotante (incompatibilidade de gênios com a gata persa que havia na casa) e foi devolvida para pet... Ela está bem deprimida e traumatizada, tadinha. Pois então, a bichinha que é um poço de "queridice" voltou para fila da adoção. Acho que o ideal para ela é uma casa sem gatos, tenho a impressão que ela gosta mais de gente... Por isso segue a divulgação. Se alguém se interessar, procurar por ela na Espaço dos Bichos (Rua Sofia Veloso 111, Bairro Cidade Baixa, Porto Alegre - Fone 3028-9988). 

quinta-feira, 18 de março de 2010

Dica de restaurante

Hoje é o dia das dicas por aqui... Esta é para os portoalegrenses que trabalham no Centro e imediações. Conheci um restaurante super charmosinho no Centro da cidade, ótima pedida para o horário do almoço, o Farofa. Fica no prédio do Sindicato dos Bancários (General Câmara, 424). Funciona como café durante o dia, serve almoço (à la carte, os pratos mudam de acordo com o dia) e parece que tem também happy hour com música ao vivo. Por enquanto só fui lá almoçar e simpatizei muito com o lugar. Comi um risoto de cordeiro com hortelã, dos deuses. Um prato bastante arrojado, forte, mas muito equilibrado. Quem sabe uma hora dessas arrisco fazer uma versão... E pra completar tem cartão de fidelidade - Farofeiro Fiel, rsrsrs -  a cada dez almoços ganha um. Daí é comigo mesmo, adoro brindes e promoções.

Dica de espumante




Nesta semana provamos o espumante Hórus. Produzido na serra Gaúcha e idealizado pela Vinhos do Mundo, é um espumante leve e agradável. Confesso que tinha um pouco de preconceito em relação aos espumantes produzidos pelo método charmat, mas estou revendo os meus conceitos. Este é um caso que se enquadra bem nesta mudança de opinião. o Hórus é produzido a partir do corte de quatro uvas: Chardonnay, Pinot Noir, Riesling, Merlot. O resultado é um sabor de fruta tropical com retrogosto marcante e muito equilibrado. Provamos em um restaurante do Nova Olaria, em um "happy" estendido com amigos. Lá estava em promoção, por R$ 36,00 e na loja (Vinhos do Mundo) custa em torno de R$ 26,00. Ótima relação custo/benefício. Vale provar.

Ah! E gostei do nome também - Hórus é o Deus dos Céus na mitologia egípicia. O símbolo do rótulo, o Olho de Hórus, é proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. O Olho direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério esquerdo do cérebro, que lida com palavras, letras e números. Ele aborda o universo de um modo masculino. Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja, mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde (segundo consta na Wikipédia).

domingo, 14 de março de 2010

Quiche de brócolis

Convidei uma amiga vegetariana para almoçar aqui em casa no sábado e fiquei com preguiça de ir ao mercado, então improvisei com o que tinha... No final a amiga não pôde vir, mas mantive o cardápio, fiz uma quiche de brócolis perfeita. A receita da massa e do creme é padrão, peguei no Entre Receitas.
A primeira vez que eu fiz quiche (aquela de alho poró e gruyère) achei a massa podre meio pesada... Desta vez tentei "roubar" e botar um pouco menos de manteiga, mas não rolou, ela fica esfarelenta, então a solução foi tentar moldar o mais fina possível na forma. Deu certo, a quiche ficou bem mais leve.
Quanto ao recheio: um pacotinho de brócolis, daqueles congelados, só piquei e botei sobre a massa. Os queijos - um pedeço de gruyère e um de grana que estava "aniversariando" na geladeira - ralei grosso e coloquei em cima do brócolis. No creme, diminui os ovos em relação a receita original, usei 3. Temperei com noz moscada e aproximadamente 1/3 de pó para creme de cebola.
40 minutos de forno à 180 ºC e estava pronta. Ficou saborosa, muito leve e o melhor, "inventei" com o que tinha em casa - 0% de disperdício. Acompanhada de um suquinho de laranja feito na hora, foi sob medida para a ressaca proveniente da noite dos Pinots, rsrsrs.

sábado, 13 de março de 2010

Noite Pinot Noir na Vinhos do Mundo

Ontem fomos a um jantar de harmonização na Vinhos do Mundo. O cardápio foi preparado para a degustação de vinhos da uva Pinot Noir, elaborados fora da região da Borgonha. Comecei fazendo anotações, mas desisti para me concentrar na janta, especialmente porque não estávamos sozinhos na mesa, o que, diga-se de passagem, gerou certo desconforto inicial... A impressão que eu tive é que nos colocaram na mesa que "sobrou", com pessoas desconhecidas entre si. Eu e o Rodrigo éramos o único casal e os mais novos. No começo achei que seria desastroso, principalmente quando um dos integrantes começou a falar do Chile e largou um comentário do tipo... "certamente vocês já estiveram lá..." Xiiiii, só pensei "típico enochato"... Mas depois de um pouco de vinho todos estavam mais entrosados e eu já estava achando o pessoal legal, rsrsrs...
Quanto aos vinhos: para mim os destaques foram o espumante da entrada, Cave Geisse Rosé Brut, e o Pinot Noir da Nova Zelândia, Estate Matua Valley (2007), que acompanhou o primeiro prato. O Rodrigo preferiu o Californiano servido junto com o prato principal. Achei os vinhos da degustação comparativa fracos, não compraria, e o de sobremesa não trouxe novidade alguma, prefiro os late harvest chilenos.
Quanto à janta: o Rigattone ao molho Porcini (a base de cogumelos) estava delicioso, mas em minha opinião, era forte demais para o vinho escolhido. Foi a primeira vez que comi Boeuf Bourguignon, mas não achei grande coisa... 
Avaliação global da noite: agradável, nota 7. Ficamos com vontade de comprar o Californiano e o da Nova Zelândia, mas ambos possuíam três dígitos antes da virgula, então vamos esperar uma promoção para degustá-los novamente, rsrsrs...
Resolvemos continuar a noite Pinot Noir em casa. O escolhido foi um chileno, da Viña Casas del Bosque, ano 2007. Compramos lá mesmo, na saída da janta. Belo vinho, com boa relação custo benefício, considerando que estava em promoção (de R$94,50 por R$61,42). Como esperado, tinha mais carvalho do que o necessário para um Pinot (característica recorrente nos chilenos), mas não chegava a esconder o aroma de frutas vermelhas... Não me prestei a analisá-lo com mais entusiasmo, pois depois de tanta mistura meus sentidos já estavam alterados.... O que quer dizer, de maneira mais objetiva, que eu já estava mais pra lá do que pra cá. Não preciso dizer que a ressaca persiste, moderação não foi a palavra de ordem da noite.....

quinta-feira, 11 de março de 2010

Depois da curva...

"Amanhã talvez esse vendaval faça algum sentido..."


Acordei com esta música na cabeça e já vi que vai me acompanhar o dia todo... Acho que tem a ver com o meu estado de espírito atual. Para todos que estão em uma "tempestade"... Sempre é bom lembrar que tudo passa, o sol está de volta logo ali... Depois da curva.