As fotos infelizmente não reproduzem o quão maravilhoso ficou este prato, mas vocês podem imaginar ao ler a receita, não é? Inventei ela sob medida para harmonizar com um vinho top, que estava esperando uma ocasião especial para ser aberto. Como sou da teoria que a "ocasião especial" se dá simplesmente pela disposição e inspiração, e não por uma data no calendário, elegemos a último sábado para este programa.
Para o recheio usei:
1/2 peça de ricota,
10 castanhas-do-pará picadas,
1/2 pacote de queijo parmesão ralado (25g),
1 colher de sopa de creme de ricota (da Tirolez),
sal, pimenta do reino e tomilho a gosto,
1 fio de azeite de oliva.
Para o molho, usei:
1 fio de azeite de oliva,
1 dente de alho,
50 ml de vinho branco seco,
1 pote de creme de ricota,
+- 150 g de queijo roquefort.
"Esfarelei" a ricota com a mão e misturei com os demais ingredientes do recheio. Fiz "bolinhas achatadas", com o auxílio de uma colher de chá, para facilitar na hora de rechear os conchigliones. A embalagem tinha 28 conchigliones (200 g), então dividi o recheio na mesma quantidade, deu bem certinho.
Botei os conchigliones para cozinhar em água fervente com um fio de azeite e fui fazer o molho. Refoguei levemente o alho no azeite e juntei o vinho, depois de evaporar um pouco juntei o creme de ricota e o roquefort até derreter e homogeneizar bem.
Em 12 minutos os conchigliones estavam al dente. Escorri, esperei esfriar um pouco (para não queimar os dedos!) e os acomodei em um refratário. Recheei um por um e levei ao forno só para esquentar por alguns minutos. Servi com o molho quente.
Um prato completo, que dispensa acompanhamentos. Maravilhoso! Achei o molho um pouco forte e encorpado, talvez da próxima vez eu acrescente um pouco de leite para dar uma diluída... Também depende do roquefort, a "fortidão" varia com a qualidade do queijo, com a marca, etc. Ficou ótimo assim, mas para quem gosta de sabores mais sutis, é fácil suavizar.
"Esfarelei" a ricota com a mão e misturei com os demais ingredientes do recheio. Fiz "bolinhas achatadas", com o auxílio de uma colher de chá, para facilitar na hora de rechear os conchigliones. A embalagem tinha 28 conchigliones (200 g), então dividi o recheio na mesma quantidade, deu bem certinho.
Botei os conchigliones para cozinhar em água fervente com um fio de azeite e fui fazer o molho. Refoguei levemente o alho no azeite e juntei o vinho, depois de evaporar um pouco juntei o creme de ricota e o roquefort até derreter e homogeneizar bem.
Em 12 minutos os conchigliones estavam al dente. Escorri, esperei esfriar um pouco (para não queimar os dedos!) e os acomodei em um refratário. Recheei um por um e levei ao forno só para esquentar por alguns minutos. Servi com o molho quente.
Um prato completo, que dispensa acompanhamentos. Maravilhoso! Achei o molho um pouco forte e encorpado, talvez da próxima vez eu acrescente um pouco de leite para dar uma diluída... Também depende do roquefort, a "fortidão" varia com a qualidade do queijo, com a marca, etc. Ficou ótimo assim, mas para quem gosta de sabores mais sutis, é fácil suavizar.
Agora vamos ao vinho... De Martino single vineyard Alto de Piedra - Carmenère 2007. Um belíssimo representante da casta Carmenère, produzido no Vale del Maipo, Chile. É um vinho elegante, encorpado, com volume na boca e bastante equilibrado. Achei os aromas um pouco "acanhados", além das frutas vermelhas, na linha amora e cereja, senti um caramelo de açúcar mascavo no fundo de taça. Os taninos estavam no limite. Um vinho excelente, mas confesso que as nossas expectativas eram altas, então rolou uma certa decepção, especialmente porque não é barato. Custou em torno de R$ 90,00, mas acho que não vale tanto... Ou talvez meu paladar não esteja preparado para vinhos nesta faixa de preço - o que no fundo é muito bom porque meu bolso definitivamente não está, rsrsrs. Foi uma ocasião não-especial com requintes de comemoração. A harmonização foi super bem sucedida e por mais que o vinho tenha doído um pouco no bolso, um programinha desses em casa ainda sai mais em conta que jantar fora... Com a vantagem de não se preocupar com fila, carro, segurança, etc, etc, etc... Eu sou fã de programinhas caseiros, ainda mais em uma noite fria e chuvosa, como foi o caso desta.
