segunda-feira, 28 de junho de 2010

Filé com Molho de Mostarda e Tempranillo Espanhol

A estrela desta postagem é o molho de mostarda, pois a carne depende do gosto. Consumimos pouca carne aqui em casa. Houve uma época que até tentei me tornar vegetariana, mas desisti... Como passo muito bem sem carne, procuro só comer quando for uma coisa de primeira linha, que atenda as exigências do meu paladar e que realmente me satisfaça. Via de regra, quando se trata de carne bovina, duas coisas me satisfazem com plenitude: uma picanha bem mal passada - daquelas de foto de catálogo de churrascaria - ou um medalhão de filé mignon alto, cujo ponto de cocção ideal é "ao sangue".
Não temos churrasqueira em casa para a picanha, mas temos o grill que é ideal para os filés, então quando bate a "fissura" por carne, resolvo a questão facilmente.
Nunca tinha feito molho de mostarda e quando vi a postagem da Débora, do Cheirinho de Tempero, me inspirei porque é muito fácil. Claro que logo que liguei o fogão já tive várias idéias para modificar a receita original e a coisa ficou bem mais elaborada, rsrsrs...
Para duas pessoas, usei:
100 gramas de creme de leite;
1 colher de sopa de mostarda Dijon;
50 ml de vinho branco seco;
1 dente de alho;
1 fio de azeite de oliva;
Sal, curry e alecrim para temperar.
Refoguei de leve o alho bem picadinho no azeite, juntei a mostarda, o creme de leite, o vinho e um pouquinho de curry. Mexi sem parar até ferver. Desliguei o fogo, ajustei o sal e acrescentei umas folinhas de alecrim. Deixei na panela tampada uns minutos antes de servir, para que o alecrim liberasse aroma e sabor.
Excelente! 100% aprovado por mim e pelo Rodrigo. Para quem curte um filé com molho, outra sugestão rápida e fácil é o molho de gorgonzola, que fazemos muito aqui em casa. O modo de preparo é idêntico ao da pasta que eu sugeri na postagem do petisco de Rap 10, a diferença é que o molho deve ser servido quente - para a versão "pasta" é preciso esperar esfriar, pois a consistência tem relação direta com a temperatura.
Para acompanhar este belo filé com molho de mostarda, escolhemos um Tempranillo Espanhol - Artero 2008. Confesso que não sou muito habilitada para falar de vinhos do Velho Mundo. Meu paladar ainda é muito condicionado aos vinhos chilenos e argentinos que são de mais fácil acesso e, para maioria dos brasileiros, representam o início do longo caminho a percorrer, na busca de desenvolver o paladar enológico. Tempranillo é a casta símbolo da Espanha e nos últimos nos anos tem chamado atenção, devido ao seu potencial de adaptação em outros lugares que hoje a produzem (inclusive o Brasil). Segundo a Larousse do Vinho, seu nome se deve a maturação precoce (temprano significa cedo). Este vinho nos foi indicado em uma loja especializada, como sendo um bom exemplar da uva por um preço acessível (R$ 30,00). Não é um grande vinho, mas atendeu às expectativas - a principal era conhecer um Tempranillo produzido na Espanha. É  leve, equilibrado e agradável ao paladar. No início apresentou um sensação de gás carbônico (sensação agulhada na língua que sentimos em alguns espumantes), no caso de vinhos tintos não sei muito bem porque acontece, não chega a ser um defeito, mas não é muito agradável, em minha opinião. Felizmente esta sensação não persistiu ao longo da garrafa, na segunda taça já não senti mais. Além disso, constatei que o vinho evoluiu bastante com a comida, o que sinalizou que a harmonização foi bem sucedida. 

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Chocolate quente da Monica

Dias frios, dias abafados, faz sol, faz chuva, céu aberto, neblina... Típico do inverno no Rio Grande do Sul! Em 24 horas tudo pode virar, da neve ao "veranico" em um piscar de olhos! Haja saúde! E pra escolher a roupa antes de sair de casa? Quem passa o dia na rua tem sempre que estar prevenido! No momento...
Mas como sou fã de sexta-feira e fico feliz que só com a chegada do final de semana, nem este tempinho "borocochô" é capaz de me desanimar. Cheguei em casa há pouco e só passei aqui rapidinho para dar um oi e a dica de um chocolate quente que esquenta até a alma, como bem disse minha amiga Monica, dona da receita. É um dos melhores chocolates quentes que eu já tomei e sem dúvidas o melhor que já fiz. Mudei um pouquinho a receita original e para quem se animar, aqui vai a dosagem para duas pessoas:
100 g de chocolate (usei Alpino);
500 ml de leite;
1 colher de sobremesa cheia de amido de milho (Maizena);
1 colher de café rasa de canela;
1/4 de xícara de creme de leite;
2 colheres de sopa de licor de chocolate.
Levei ao fogo o leite, o chocolate em pedaços, a Maizena (dissolvi antes em um pouco do leite) e a canela. Fiquei mexendo até o chocolate se dissolver por completo. Quando ferveu, desliguei o fogo e acrescentei o creme de leite e o licor.
Fica muito cremoso, uma delícia mesmo! Vale por uma refeição... Quente e encorpado, dá uma moleza boa... Tive a infeliz idéia de tomar no café da manhã de um dia bem frio... O que não foi muito inteligente da minha parte, porque em seguida eu tinha que sair pra trabalhar! Visualizem sair pra trabalhar depois de tomar esta big caneca de um chocolate bem quente e cremoso??? Não preciso dizer que passei metade da manhã meio devagar, rsrsrs... Mas para quem encerrou a semana de trabalho e só quer relaxar com os pés para cima, uma caneca bem quente deste chocolate cai como uma luva - especialmente quem mora aqui pelo sul...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Conchiglione recheado com ricota e castanha-do-pará e coberto com molho roquefort

As fotos infelizmente não reproduzem o quão maravilhoso ficou este prato, mas vocês podem imaginar ao ler a receita, não é? Inventei ela sob medida para harmonizar com um vinho top, que estava esperando uma ocasião especial para ser aberto. Como sou da teoria que a "ocasião especial" se dá simplesmente pela disposição e inspiração, e não por uma data no calendário, elegemos a último sábado para este programa. 
Para o recheio usei:
 1/2 peça de ricota,
 10 castanhas-do-pará picadas,
 1/2 pacote de queijo parmesão ralado (25g),
 1 colher de sopa de creme de ricota (da Tirolez),
 sal, pimenta do reino e tomilho a gosto,
 1 fio de azeite de oliva.
Para o molho, usei:
 1 fio de azeite de oliva,
 1 dente de alho,
 50 ml de vinho branco seco,
 1 pote de creme de ricota,
 +- 150 g de queijo roquefort.
"Esfarelei" a ricota com a mão e misturei com os demais ingredientes do recheio. Fiz "bolinhas achatadas", com o auxílio de uma colher de chá, para facilitar na hora de rechear os conchigliones. A embalagem tinha 28 conchigliones (200 g), então dividi o recheio na mesma quantidade, deu bem certinho.
Botei os conchigliones para cozinhar em água fervente com um fio de azeite e fui fazer o molho. Refoguei levemente o alho no azeite e juntei o vinho, depois de evaporar um pouco juntei o creme de ricota e o roquefort até derreter e homogeneizar bem.
Em 12 minutos os conchigliones estavam al dente. Escorri, esperei esfriar um pouco (para não queimar os dedos!) e os acomodei em um refratário. Recheei um por um e levei ao forno só para esquentar por alguns minutos. Servi com o molho quente.
Um prato completo, que dispensa acompanhamentos. Maravilhoso! Achei o molho um pouco forte e encorpado, talvez da próxima vez eu acrescente um pouco de leite para dar uma diluída... Também depende do roquefort, a "fortidão" varia com a qualidade do queijo, com a marca, etc. Ficou ótimo assim, mas para quem gosta de sabores mais sutis, é fácil suavizar. 

Agora vamos ao vinho... De Martino single vineyard Alto de Piedra - Carmenère 2007. Um belíssimo representante da casta Carmenère, produzido no Vale del Maipo, Chile. É um vinho elegante, encorpado, com volume na boca e bastante equilibrado. Achei os aromas um pouco  "acanhados", além das frutas vermelhas, na linha amora e cereja, senti um caramelo de açúcar mascavo no fundo de taça. Os taninos estavam no limite. Um vinho excelente, mas confesso que as nossas expectativas eram altas, então rolou uma certa decepção, especialmente porque não é barato.  Custou em torno de R$ 90,00, mas acho que não vale tanto... Ou talvez meu paladar não esteja preparado para vinhos nesta faixa de preço - o que no fundo é muito bom porque meu bolso definitivamente não está, rsrsrs. 
Foi uma ocasião não-especial com requintes de comemoração. A harmonização foi super bem sucedida e por mais que o vinho tenha doído um pouco no bolso, um programinha desses em casa ainda sai mais em conta que jantar fora... Com a vantagem de não se preocupar com fila, carro, segurança, etc, etc, etc...  Eu sou fã de programinhas caseiros, ainda mais em uma noite fria e chuvosa, como foi o caso desta.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Falso risoto de cevadinha com funghi seco

Este risoto é "falso" porque não foi feito de acordo com o método de preparo convencional dos risotos, mas vou chamá-lo assim por causa da apresentação. Descobri recentemente a cevadinha na culinária e me apaixonei. Para quem não conhece, vale a pena experimentar, é um cereal muito saboroso e rico em fibras.
Esta receitinha é fácil e rápida, usei:
1 xícara de cevadinha;
1 punhado de finghi seco;
1/4 de uma cebola grande;
1 alho;
manteiga;
shoyo;
1/2 cubo de caldo de carne;
sal;
2 colheres de sopa de creme de leite.
Primeiro lavei bem a cevadinha e botei para cozinhar em um litro de água fervente com o caldo de carne. Em seguida botei o funghi na água pra hidratar (deixar por pelo menos 15 minutos) - depois de hidratado lavei bem em água corrente até eliminar toda terra. Refoguei a cebola na manteiga, juntei o alho picado e o funghi também picado, para uma rápida refogada. Acrescentei um pouco de shoyo. Após 30 minutos de cozimento escorri a água da cevadinha e juntei ao refogado de funghi, mexi para homogeneizar, acrescentei o creme de leite, sempre mexendo, e ajustei o sal. Voilà, pronto pra servir.
Servi com pimenta-biquinho e ervilhas salteadas na manteiga aromatizada com alecrim.
Aquele cogumelo que esta sobre o risoto na foto da postagem, é um shitake fresco, não faz parte dos ingredientes, refoguei junto e reservei para decorar. Aviso porque sei que algumas pessoas fazem confusão sobre o que é fungui seco. 
O funghi seco é desidratado (sempre deve ser hidratado antes do uso) e pode ser guardado por alguns meses em um pote bem fechado, livre de umidade. O sabor e o aroma são fortes, marcantes. Seu aspecto é exatamente o da foto abaixo, que "pesquei" na web. 
Normalmente é comercializado nos supermercados, em pequenas embalagens junto aos temperos, mas o preço é alto (pelo menos aqui em Porto Alegre). Eu compro a granel no mercado público, o preço é  bem mais acessível. Noto que o preço oscila com a época, mas é tranquilo. O máximo que já paguei por 100g foi R$ 9,00 (o mínimo foi R$ 3,20), e esta quantidade rende várias receitas. Existem outros tipos de cogumelos secos caríssimos, mas nunca me interessei porque o preço é surreal. O funghi seco que está na maioria das receitas que a gente vê por aí é esse da foto e não custa caro.

domingo, 20 de junho de 2010

Domingo é dia de pizza!

Há um tempo atrás era sagrado, todo domingo à noite chamávamos uma pizza para encerrar o final de semana com chave de ouro, ou melhor, para enfiar o pé na jaca de vez - afinal segunda é o dia oficial de começar regime. Felizmente nos livramos deste hábito, na tentativa de fazer as pazes com a balança, mas continuamos fãs de pizza. 
Nunca havia feito massa de pizza, mas desde que vi a receita da Rê do Charme de Cozinha estava com a mão coçando para pôr na massa, rsrsrs... Numa terça dessas cheguei em casa louca pra comer pizza e o Rodrigo prontamente pegou o telefone, mas foi surpreendido pela minha iniciativa de fazê-la. 
Inventei de fazer 1/2 receita, porque estávamos só nós, mas me atrapalhei toda com as medidas, por isso vou botar o link da Rê e vocês pegam a receita da massa lá, ok?! Usei só 10 g do fermento biológico, mas acabei botando quase a mesma quantidade de água morna... Acho que por isso precisei botar mais farinha do que havia planejado - fiz uma bagunça daquelas na cozinha, tinha farinha por tudo, rsrsrs... Estava morrendo de medo que desse errado, mas quando abri a massa e tirei do forno após os 5 minutos do pré-cozimento, relaxei, porque pelo menos aparentemente tinha dado certo. Feliz mesmo eu fiquei ao provar - a massa fica ótima, leve, bem saborosa, acho que é por causa do iogurte. Apesar da bagunça na cozinha valeu muuuito a pena.
Fiz duas coberturas: a primeira foi a versão chique, shitake e alho poró com borda recheada de gorgonzola, e a segunda mais popular, com sardinha e muito orégano (estava sonhando com uma assim desde que vi no blog da Débora). As duas ficaram ótimas, o Rodrigo torceu um pouco o nariz quando anunciei que faria de sardinha, porque ele não é muito chegado, mas logo mudou de idéia quando eu servi - no final foi a que acabou primeiro, rsrsrs...
Que tal aproveitar que é domingo, dia oficial da preguiça e da bagunça, e botar a mão na massa para fazer uma pizza para família?
E para encerrar a postagem, uma dica enófila boa e barata. Casa Valduga Arte Reserva Cabernet Sauvignon, na versão "bag-in-box".  Essa é para quem quer implementar o saudável hábito de tomar uma tacinha de vinho nas refeições, e não quer gastar muito. A vantagem é que esta embalagem conserva o vinho em boas condições, por pelo menos 30 dias depois de aberto, e não precisa ser mantida sob refrigeração - outra grande vantagem, porque vinho e geladeira não combinam.  Tem uma "torneirinha" fácil de acionar e está sempre pronto para o consumo. Também é uma boa dica para receber um grupo de amigos em uma noite "queijos e vinhos" (ou "pizza e vinho"), sem pesar no bolso. Aqui em casa não temos muito problema com "sobrar" vinho, porque tomamos tranquilamente 1 garrafa em dois, mas tem aqueles dias a a gente chega em casa e só quer tomar uma tacinha - dá uma pena  de abrir uma garrafa... Então, ter um "bag-in-box" é a pedida.
Compramos a embalagem de 3 litros por R$ 40,00. É sem dúvidas uma boa relação custo/benefício, pois equivale a 4 garrafas convencionais (750 ml), por R$ 10,00 cada. Considerando a qualidade do vinho, vale a pena.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Escondidinho de mandioquinha e abobrinha

Desde que eu comprei os ramekins estou cheia de idéias de escondidinhos, mas ainda não botei em prática. Este foi improvisado com o que tinha em casa. Queria uma coisa quentinha e diferente, e tinha mandioquinha e abobrinha já passando do ponto... Então tratei de inventar algo com elas. Usei:
1/2 kg de mandioquinha;
1 abobrinha italiana;
70 g de bacon (aquele da Sadia que já vem picado);
1 dente de alho;
1 cubo de caldo de legumes;
1/2 lata de creme de leite light;
1 peça de queijo camembert da Polenghi.
Cozinhei a mandioquinha descascada e picada em água com o caldo de legumes, reservei. Refoguei o bacon até derreter a gordura e sobre ele, na frigideira quente, adicionei 1 fio de azeite de oliva e a abobrinha picada em pequenos cubos - é importante refogar com um pouco de azeite bem quente para que ela "sele" e não solte água quando for para o forno. Refoguei junto o alho bem picadinho. Distribui em 4 ramekins a abobrinha com bacon e cobri com uma fatia do camembert (dividi a peça em 4 fatias, como mostra a foto). "Escondi" tudo com uma camada de "purê" de mandioquinha - que nada mais é do que a mandioquinha cozida, amassada com um garfo e misturada ao creme de leite. Para finalizar, orégano e queijo ralado. Levar ao forno pré-aquecido até dourar o queijo. 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Minestrone com cevadinha, batata, abobrinha e espinafre

Ainda na onda das sopas e testando novas receitas da minha esquecida coleção "A Grande Cozinha". Falando nisso, em 2007 alguém teve a paciência e persistência de ir toda semana às bancas (durante 25 semanas!!!) para adquirir cada volume por R$ 12,90? Eu persisti e montei a coleção completa! Confesso que muitas vezes fiquei tentada a desistir, primeiro porque a brincadeira estava ficado cara e também porque cada volume tratava de um assunto diferente e nem todos me interessavam... Mas fui firme até o fim e depois de gastar  R$ 322,50 e todo o empenho para não perder nenhum volume, a Abril lançou um box, com toda a coleção, por um preço bem menor!!! Queria cortar os pulsos!!! Fiquei tão passada que por um bom tempo não toquei nos livros, rsrsrsrs... 
Chega de blá, blá, blá e vamos à receita, usei:
1 xícara de cevadinha;
3 batatas;
120 g de espinafre congelado (na receita original, 1 maço pequeno);
2 abobrinhas italianas;
1 cebola pequena;
1 dente de alho;
2 cubos de caldo de legumes;
azeite de oliva.
Dourar o alho inteiro em uma panela com um fio de azeite de oliva. Descartar o alho e botar a cebola picada para refogar neste azeite. Juntar a cevadinha (lavada previamente), 1 litro de água quente e 1 cubo de caldo de legumes. Cozinhar por 30 minutos depois que ferver. Acrescentar as batatas cortadas em cubos, as abobrinhas cortadas ao meio e fatiadas, o espinafre (botei congelado mesmo), 1 litro de água quente e mais 1 cubo de caldo de legumes. Depois que ferver, cozinhar por mais 20 minutos. Ajustar o sal (para mim estava bom, não precisou) e acrescentar pimenta do reino moída na hora. Ao servir, colocar no prato salsinha picada e queijo ralado.
Excelente! A cevadinha é muito saborosa, tem uma consistência firme. A abobrinha retém o calor, portanto esta é uma daquelas sopas que esquenta até a alma.
A receita sugeria, para acompanhamento, um Malbec argentino, então optei por um dos nossos preferidos - o Punto Final Etiqueta Negra, safra 2008. Na verdade este não é um Malbec típico, é mais encorpado que o normal (talvez por causa dos 2% de Cabernet Franc). Vermelho violáceo, aroma de amoras, senti algo de especiarias, talvez cravo. Não é um vinho elegante, mas em minha opinião, muito equilibrado no álcool e nos taninos. tem uma bela relação custo benefício quando está em promoção. Seu preço original é R$ 37,00, mas frequentemente está em promoção na Vinhos do Mundo, que é a importadora exclusiva da Bodega Renacer. Ano passado chegamos a pagar R$ 21,50 a garrafa. Esta semana adquirimos algumas garrafas da safra 2009 por RS 27,00 - ainda é uma boa relação custo/ benefício.