domingo, 7 de novembro de 2010

Torta de abobrinha

Inspirada na receita da Fla, fiz minha versão de torta de abobrinha. Eu sou suspeita em elogiar porque adoro abobrinha, mas estou certa que esta torta agrada até os que "pensam" que não gostam deste legume tão versátil. Anotem aí os ingredientes:
- 2 ovos;
- 1 xícara de farinha de trigo;
- 1 xícara de leite;
- 1/2 xícara de óleo;
- 1 colher de sobremesa de fermento;
- 1 abobrinha grande cortada em cubos;
- 2 linguiças (120 g) tipo calabresa (usei aquela da Sadia cozida, defumada e fininha) cortada em cubos;
- 1 pacotinho de queijo ralado (50 g);
- sal, pimenta do reino preta moída na hora, folhas de manjericão a gosto.
Bati no liquidificado a farinha, o leite, o óleo, os ovos, o fermento e os temperos. Nessa mistura, juntei a abobrinha, a calabresa e o queijo. Passei tudo para uma forma de aro removível, untada e enfarinha, e levei os forno pré aquecido por 40 minutos (180ºC).
Perfeita! Fica leve e muito saborosa, além de ser rápida e fácil de fazer! Amei e já estou pensando em várias versões... Light, integral, sem glúten, etc. Não tem como dar errado! É importante sempre ter um outro ingrediente para compor o sabor, pois a abobrinha é muito sonsa sozinha. Nessa usei a calabresinha porque estava dando sopa na geladeira, mas já pensei em outras opções, tipo: atum, azeitona, presunto, frango desfiado, cogumelo...
Para acompanhar, um espumante. Combinação perfeita! Agora que começa o calor por aqui, os tintos perdem espaço e reinam os espumantes e as cervejas... Isso é uma das coisas que mais gosto no Sul, tem época boa pra tudo quando se fala em gastronomia.
Escolhemos um espumante sem muita complexidade, mas que tem sempre lugar reservado na nossa adega. O Terra Nova Blanc de Blancs Brut. Leva o selo Miolo e é produzido no Vale do Rio São Francisco, com o corte das uvas Chenin Blanc, Sauvignon Blanc e Verdejo. É um espumante leve, sem muita estrutura, mas bastante equilibrado. Em minha opinião, é o melhor espumante nacional na sua faixa de preço (em torno de R$ 18,00). Por ter um custo baixo, é perfeito para eventos, além de ser muito fácil de harmonizar e agradar diferentes gostos. Independente dos aromas, da perlage de todo blá, blá, blá de uma análise sensorial, este espumante ganha pontos por ser simples, barato e chic.

sábado, 6 de novembro de 2010

Cats - montagem brasileira

 Sou fã do Rio e de todos os seus "cartões postais", mas nessa minha última passada por lá, quis fazer programas diferentes. Depois de pegar uma prainha no sábado pela manhã, sentei na frente da internet para ver o que estava rolando no Rio e quase cai pra trás quando vi que o Cats estava em cartaz! sempre quis assistir este musical e depois que a Re, do blog Eternos Prazeres, fez propaganda da montagem brasileira, fiquei com mais vontade ainda!
Ameeeeiiii! Elenco de primeira, cenário, músicas, coreografia - tudo nota 10!
Ficará em cartaz no Rio até 21 de novembro. Para quem mora lá ou está de passagem, fica a dica. O preço é meio salgado, mas vale a pena pois realmente é uma super produção!
Fonte da imagem: www.musicalcats.com.br
Só não gostei das instalações do teatro Vivo Rio. Ficamos em um canto do Setor 1 (R$ 140 o ingresso) e a noite só não foi uma desastre pois tivemos a sorte de não termos vizinhos! Arrastamos as cadeiras para uma posição mais cômoda, com boa visibilidade e ficou razoável, mas se o pessoal das mesas vizinhas tivesse aparecido... Torcicolo na certa! o espetáculo durou cerca de 2 horas e 40 minutos - é muito tempo para ficar mal acomodado, né! Não sei se este é padrão dos teatros por lá, mas realmente fiquei muito decepcionada. Aqui em Porto Alegre temos poucos teatros, mas com ótimas instalações. Poucas vezes na vida paguei mais de R$ 100 por um show, como foi o caso, e pagar este preço para ficar mal instalada realmente me revolta!
Desabafo a parte, o que interessa aqui é o musical, que foi aprovadíssimo! É empolgante do início ao fim e realmente muito bem feito! Recomendo!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Caçarola de moranga

Louca para estreiar minha caçarola nova e sem tempo e disposição para cozinhar... Fiz uma comida muito "preguiçosa", mas boa demais!
Em homenagem a minha amiga Márcia que é vegetariana e virou leitora assídua do blog, usei:
1/2 quilo de moranga em cubos (usei aquela que já vem descascada e cortada);
1/2 xícara de cevadinha (lavar antes com água corrente);
1 alho poró, cortado em fatias (só a parte branca);
100 g de champignon em conserva;
1 xícara de água;
pimenta do reino moída na hora;
azeite de oliva;
folhas de manjericão;
1 colher de sopa de caldo de carne líquido da Maggi (dica da Fabi, foi super aprovado).

Coloquei todos os ingredientes dentro da caçarola, tampei e levei ao forno. Na metade do tempo de cozimento abri, mexi, tampei de novo e retornei ao forno. Tempo total de cozimento: 50 minutos.
Esta caçarola ficou realmente muito boa, os sabores se integraram e o perfume... De dar água na boca! Com certeza vou repetir mais vezes.

domingo, 31 de outubro de 2010

Aluna aspirante do Clube São Conrado de Vôo Livre

Saltamos da Pedra Bonita para um vôo duplo, eu de asa-delta e o Rodrigo de parapente. 
Bah, sem palavras, a sensação é indescritível!!!!
O medo que a gente sente na hora do salto é tão rápido que não dá tempo de processar, logo a gente está voando e não há nada que possa descrever a emoção deste momento. 
Valeu muuuuuito a pena...

sábado, 30 de outubro de 2010

Na estrada...

Tá difícil de parar em casa... Compromisso, trabalho, lazer... Os motivos são distintos, mas este mês bati o recorde de km percorridos! 
Adivinhem aonde estou agora?
Fácil acertar, né? Só tenho um comentário a fazer: continua lindo...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Salada verde com nozes e gorgonzola

postei aqui uma salada parecida, com endívia, mas confesso que gostei mais dessa versão com alface americana. Simples, mas de comer rezando.
Alface lavada e rasgada com as mãos, gorgonzola derretido e misturado com creme de ricota, nozes em pedaços... Para finalizar, pimenta do reino moída na hora e azeite de oliva.
E falando em pimenta do reino, olhem que charme meu moedor francês vermelho! Detalhe, a marca é Peugeot. Esta foi uma das minhas poucas aquisições da viagem, e valeu muito à pena. Ele tem 4 graduações de moagem, a qualidade é excelente e achei o preço bom – 28 euros.


domingo, 24 de outubro de 2010

Filézinho de porco e cebolas inspiradas no Jamie


Retomei as atividades na cozinha com uma receitinha bem rápida. Desta vez me prestei a marcar o tempo de preparo desta refeição: 07 minutos, com pausa para fotos + 40 minutos de forno médio. Simples, e fácil, mas com ares de comida incrementada. 
Usei: 
- 2 filézinhos de porco (peso total - 700 gramas)
- bacon em fatias
- mostarda Dijon em grãos ( lá na França é muito barato, vim com a mala cheia de mostarda!).
- mel
- sal
- manteiga
- alecrim.
- 2 cebolas brancas pequenas.
Fotografei o passo a passo que já é auto explicativo, então vamos às imagens:
Coloquei em um refratário os filézinhos temperados
somente com sal . Fiz um talho raso e preenchi com
 a mostarda em grãos e um fiozinho de mel.

Cobri os filés com bacon em fatias.
Descasquei 02 cebolas brancas pequenas, cortei 
em cruz, sem separar as partes e preenchi com 
sal, manteiga e alecrim. Coloquei umas folhas 
de alecrim sobre o filé também.

















O filé é "invenção" minha, mas a cebola é coisa do Jamie Oliver (do livro "Chef sem mistérios"). Ele usou cebola roxa e tomillho e minha intenção era fazer igual, mas o supermercado estava desfalcado então substitui os ingredientes.
Para assar porco, costumo usar papel alumínio na primeira metade do tempo de forno, mas nesse caso não foi necessário - o bacon mantém a carne úmida e suculenta. Ela fica bem cozinha e não corre o risco de ficar ressacada.
Comemos este filézinho acompanhado de um Malbec que já comentei aqui: o Punto Final Etiqueta Negra. Tomamos um 2009, que segue com o mesmo padrão do ano anterior. Um belo vinho considerando seu preço, pouco mais de R$ 20,00. 
Para finalizar o "evento", tomamos o vinho tinto licoroso da casa Valduga. Vocês sabem que sou fã da Valduga e gosto de quase tudo que eles produzem, mas desta vez não rolou... Confesso que estava esperando algo tipo um Porto Ruby, mas não foi o caso.  Não é muito doce, a textura é fina e no aroma só senti madeira, nada mais. Na boca o álcool se sobresai. Talvez eu não tenha entendido a proposta, o que é bem possível, pois minha experiência no campo dos vinhos licorosos e fortificados é muito pequena. Neste caso, só me resta a sinceridade: não gostei.
Para quem quiser saber mais sobre vinhos licorosos, achei um artigo no site Bon Vivant com uma boa explicação sobre o que são e como são produzidos, vale conferir.