domingo, 24 de julho de 2011

Sol! Sol! Sol!

Depois de uma semana cinza, a capital gaúcha foi presenteada com um belo final de semana de sol! Obrigada, estávamos precisando. Eis os melhores momentos...
Chimarrão em Ipanema na manhã de domingo 
Malu e Heitor matando a saudade de um sol na janela

sábado, 23 de julho de 2011

bolo integral de banana e canela

A foto não está "produzida" porque estávamos morrendo de fome e obviamente não deu tempo para desenformar o bolo, atacamos ele quente. Essa receita é inventada e reinventada. Ano passado, queria fazer um bolo de banana integral para levar ao pic nic de blogueiras e montei uma receita baseada em várias que vi nos blogues amigos. O bolo que fiz na época ficou bom (a Dani postou a receita aqui), mas na hora planejei alterações para a próxima versão, que só saiu agora. Esse ficou perfeito: fofo, macio e úmido. Adorei e vou fazer sempre.
4 bananas amassadas
1 iogurte natural
2 ovos
1 e 1/2 xícara de açúcar mascavo
1 1/2 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha integral
1/2 xícara de óleo
1 colher de sobremesa de canela (eu coloquei bem cheia porque amo canela)
1 colher de sopa de fermento
Primeiro misturei os ingredientes secos (exceto o fermento), depois juntei o óleo, os ovos batidos, e o iogurte. Depois juntei a banana amassada, misturando bem (tudo a mão). A massa fica bem pesada, se vocês acharem que está muito seca, coloquem um pouco de leite (para mim não precisou). Por fim, juntei o fermento, misturei bem e passei a massa para uma forma untada e enfarinhada. Assei em forno pré-aquecido, 40 min a 180°C (o tempo varia de acordo com a fôrma e o forno).

domingo, 17 de julho de 2011

Filé ao molho madeira com funghi seco e arroz preto

Conheci há pouco tempo o arroz preto e virei fã. Esse arroz é cultivado na China há mais de 4 mil anos. Era conhecido como "arroz proibido", pois a única pessoa que tinha acesso era o Imperador. Seus súditos podiam apenas produzi-lo, mas não tinham permissão para consumi-lo. A coloração é preta quando cru, e roxa, depois do cozimento. Possui aroma e sabor acastanhados e é rico em flavonóides, que possuem propriedades antioxidantes. 
Uso da marca Tio João, que apresenta uma ótima relação entre custo e benefício. Vale lembrar que não é o arroz selvagem, que também possui coloração preta, mas é completamente diferente. 
Esta refeição foi preparada rapidinho, o tempo do cozimento do arroz... Nunca me prestei a fazer molho madeira em casa, os prontos são tão práticos, mas sempre dou uma incrementada com vinho e/ou algum cogumelo. Desta vez usei:
1 embalagem de molho madeira pronto (da marca Fugini);
1 punhado de funghi seco;
100 ml de vinho tinto seco;
medalhões de filé mignon;
arroz preto;
sal, pimenta do reino e azeite de oliva. 
Após hidratar o funghi em água por aproximadamente 15 min, escorri, piquei e refoguei rapidamente em um uma colher de azeite de oliva, por alguns minutos. Juntei o vinho e deixei ferver para evaporar o álcool, em seguida juntei o molho madeira e deixei cozinhando em fogo baixo. Enquanto isso, em outra figideira, coloquei um fio de azeite de oliva e dourei os medalhões de filé, temperados com sal e pimenta do reino. Depois os coloquei no molho para finalizar o cozimento. Isso tudo foi rápido, porque gosto dos filés bem mal passados. O tempo de cozimento dos filés vai de acordo com o gosto de cada um, mas vale lembrar que é um desperdício fazer filé mignon bem passado, isso altera completamente a textura e o sabor da carne... Se vocês não toleram que a carne fique ao menos rosada, escolham outro corte (sei que tem gente que torceu o nariz com esse meu comentário, mas é verdade). 
Depois disso é só servir... O arroz preto acompanhou super bem a carne. Ele tem uma textura diferente e um sabor peculiar. Cozinhei apenas com água e sal e não precisa de mais nada.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Estréia da caçarola Staub


Há um tempo atrás aproveitei a dica da Tati, do Panelaterapia, e adquiri uma caçarola de ferro fundido da marca Staub, por um preço bem legal em um site de compras. Staub é uma marca francesa, e as panelas são o máximo mesmo... São carérrimas, mas como este era um item que estava há horas na minha lista de desejos e o desconto era grande, resolvi encarar... Comprei uma de apenas 20 cm de diâmetro, pois o preço cresce exponencialmente com tamanho. Me arrependi um pouco, porque é pequena demais... Mas tudo bem, para duas pessoas está ótimo.
Para a estréia, fiz um falso risoto de alcachofra com ervilha torta, com aquele arroz saborizado com hortelã, da Blue Ville. Anotem os ingredientes:
1/2 xícara de arroz integral;
1/2 xícara de arroz de hortelã (podem usar só esse, mas acho ele um pouco forte);
1 colher de sopa de manteiga;
1 colher de sobremesa bem cheia de mostarda Dijon em grãos;
50 gramas de parmesão ralado;
ervilha torta cortada em pedaços, a gosto;
alcachofra em conserva.
Misturei os dois tipos de arroz e cozinhei conforme instruções da embalagem, temperei só com sal. Quando estava pronto, mas ainda bem úmido, juntei a manteiga, o queijo ralado, a mostarda e a ervilha torta crua. Misturei bem e desliguei o fogo. Cobri com as alcachofras cortadas ao meio (como na foto), tampei a panela e deixei descansar uns minutos antes de servir. O calor da panela cozinhou a ervilha torta (gosto dela bem crocante), derreteu o queijo e a manteiga, e integrou os sabores.
Foi uma refeição surpreendente, pois a "refrescância" do arroz de hortelã combinou super bem com a alcachofra e a mostarda.
Quanto à panela... É maravilhosa mesmo. A comida fica com outra textura e sabor. Quem sabe um dia tenho uma coleção delas... De vários tamanhos. Sonhar não custa nada, né?!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Praticidade - frango e grão de bico

Quem me acompanha há um tempo sabe que sou adepta a comfort food*, mas com um preparo fast... Esse prato que está na foto é 100% comfort e eu levei pouco mais de 15 minutos para preparar. Tá certo que aquele creme de moranga estava no freezer, foi só descongelar, mas o pulo do gato foram os produtos da Vapza**.
O peito de frango desfiado e cozido e o grão de bico cozido são uma mão na roda. Dessa vez usei os dois no mesmo prato. Refoguei bacon em cubos, depois juntei alho poró em fatias e por fim o frango e o grão de bico. Temperei com sal e pimenta do reino moída na hora. A salada de alface americana foi incrementada com pimenta biquinho e croutons.
Praticidade é tudo na cozinha... E a apresentação sacia os olhos. Um prato bonito já é meio caminho andado, porque demonstra cuidado e carinho no preparo.

* Comfort food é a comida emocional, desperta sensações agradáveis e evoca o prazer e o bem-estar ligado à infância, à história de vida. uma tendência forte que começa a se popularizar no Brasil, num contraponto ao fast food e à racionalidade dos alimentos funcionais, nos quais os benefícios à saúde são o chamariz (Fonte: TheTopTips).
** Esta não é uma postagem publicitária, viu?! Recomendo esses produtos porque uso!


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ragú de cordeiro

Quando estivemos em São Paulo, em abril, jantamos na cantina da Famiglia Mancini e foi maravilhoso. Comemos um papardelle ao ragú de cabrito, harmonizado com um belo vinho Barbera, indicado pelo sommelier da casa.
Desde então, não tirei da cabeça o tal ragú, e como cabrito é, para nós aqui no sul, um carne pouco comum, optei por fazer uma receita com cordeiro.
O preparo de um molho tipo ragú*, requer tempo, pois deve ser cozido lentamente. Como ficar horas na cozinha não é minha cara, procurei opções mais rápidas. No blog Receitas Gourmet achei a receita perfeita. Pra varia, alterei um pouco o modo de preparo e as quantidades, porque fiz para duas pessoas. Anotem aí:
250g de qualquer carne de cordeiro sem osso (usei pernil de cordeiro e a quantidade foi um pouco maior) 
1 colher de azeite
1/4 de xicara de cebola (usei 1/2 cebola roxa)
60g de bacon picado em pedaços bem pequenos (usei 70 gramas)
1 colher de sopa de alecrim picado (acho que coloquei um pouco mais... Coloquei as folhas sem picar)
Sal e pimenta do reino a gosto
1/2 xicara vinho branco (usei 150 ml de vinho tinto)
2 latas de tomate pelado (usei 1 lata, com o suco)
Refoguei a cebola no azeite e em seguida o bacon, até dourar. Juntei a carne picada em pequenos cubos, refoguei ligeiramente e juntei os outros ingrediente. Desmanchei o tomate com o auxílio de uma colher. Deixei cozinhando em fogo baixo, com a panela tampada, por pouco menos de 30 minutos. 
Comemos com uma massa tipo casarecce, que tem um formato ótimo para molhos. Usei um pouco mais de 1/2 pacote, porção que ficou proporcional para a quantidade de molho. 
O Rodrigo deu nota 10 para receita, ficou muito bom mesmo.
Tomamos um Tannat-Tannat Tradicion da Ysern, produzido no Uruguai, pela bodega Carrau. É um ótimo vinho: persistente, aromático, taninos na medida... Ficamos fã, após prová-lo há poucos meses atrás no seu jantar de lançamento, na Vinhos do Mundo. O único porém é que ela não tem a robustez típica do Tannat (talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto) e este prato permitia um vinho bem encorpado, então a harmonização foi neutra. A comida não casou com o vinho, mas também não prejudicou.   

O nome vem do termo francês ragoût, designado para as carnes ensopadas, preparadas geralmente com legumes e vinho tinto. O tipo de carne pode variar, mas um bom ragú é conhecido pela consistência encorpada e pelo molho rico e abundante.A gente pode preparar o ragu usando uma panela bem grande, de fundo largo e com tampa. O cozimento deve ser feito em fogo baixo, até que as carnes fiquem bem macias e se integrem ao molho, o que leva mais ou menos 2 horas. Para ganhar tempo, uma outra opção é o preparo na panela de pressão. (fonte: Rainhas do Lar)

domingo, 26 de junho de 2011

Mousse de chocolate

Esse mousse é muito fácil de fazer e é o melhor que já comi. Há anos faço essa receita e ela tem 100% de aprovação. A textura é maravilhosa e o sabor sem igual. A diferença é que ele não leva creme de leite, como a maioria das receitas, mas em compensação, é a base de ovo, então deve ser consumido com moderação. Uma pequena porção já satisfaz, porque apesar de bem aerado, ele é um pouco pesado. Anotem aí:
6 ovos
200 g de chocolate meio amargo
6 colheres de sopa de açúcar (dessa vez usei o União Light, então foram só 3).
Enquanto o chocolate derrete em banho maria, bater as claras em neve. Reservar as claras e, na batedeira, bater as gemas e o açúcar, até ficar uma gemada bem clarinha. Juntar o chocolate derretido à gemada, batendo sem parar. Quando o chocolate e a gemada formarem um creme homogêneo, desligar a batedeira e misturar as claras em neve, com uma colher, até homogenizar. Levar à geladeira, por pelo menos duas horas antes de servir.
Fica maravilhoso e acreditem, ninguém diz que tem ovo na história.