terça-feira, 13 de julho de 2010

Da taça para o forno - torta de banana com doce de leite

Vocês lembram daquela sobremesa rápida na taça, de banana com doce de leite, que postei aqui? Pois então, ela foi inspirada em uma torta maravilhosa que comi no Machry em Porto Alegre, e finalmente tentei reproduzi-la em casa. Não tem erro! Fica perfeita, é fácil e rápida de fazer e agrada qualquer paladar!
Para camada base: 120 g de bolacha Maizena triturada no liquidificador até virar farinha +  100 g de manteiga a temperatura ambiente - misturar bem, forrar o fundo de uma forma de fundo removível e levar ao forno médio-baixo até dourar (foram 15 minutos no meu forno).
Minha versão de chantilly é meio diferente, fica mais leve, como na receita da taça: 1 caixinha de creme de chantilly (gelado) batido na batedeira com 2 claras e duas colheres de sobremesa de açúcar até alcançar uma consistência firme.
Depois que a base de bolacha esfriar é só montar sobre ela: uma camada de doce de leite (usei 500 g), uma camada de banana picada (como mostra a foto ao lado) e uma camada de chantilly. Para finalizar, canela por cima é imprescindível! 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bombocado de mandioca

Adoro bombocado, mas nunca havia cogitado fazer até ver a postagem da Eliane. Quando eu vi a foto dela em uma tarde nublada de sábado, não tive dúvidas, esta seria a "guloseima" do final de semana. Como eu queria uma receita com leite condensado fui pro google atrás de idéias e logo que comecei a pesquisa, lembrei que o que eu gosto mesmo é de bombocado com mandioca. Achei uma bem fácil no site do Mais Você. Deste vez quase segui a receita à risca, mas coloquei um ingrediente a mais (queijo) e não caramelizei a forma (não queria ele muito doce). Usei:
1 lata de leite condensado;
4 ovos;
1/2 vidro de leite de coco;
1 pacote de queijo ralado (50 g);
1 xícara de coco em flocos (úmido e adoçado);
400 g de mandioca crua ralada.
Fiquei com preguiça de usar (lavar) o liquidificador, então misturei tudo a mão. Bati levemente os ovos, misturei bem o leite condensado e depois o leite de coco. Juntei o queijo, o coco e a mandioca e levei a mistura ao forno médio-baixo, em um refratário untado com margarina. Não controlei o tempo, foi pouco mais de 1/2 hora, mas desliguei quando estava dourado nas bordas. 
Ficou excelente, bem como eu gosto, mas não é muito doce. Para quem gosta de doce "bem doce", talvez  acrescentar 1 xícara de açúcar à receita.



sábado, 10 de julho de 2010

Aromas e sabores da África do Sul

Semana passada fomos a um jantar de harmonização na Vinhos do Mundo, com pratos típicos da culinária sulafricana. Os pratos foram preparados pelo chef Mamadou Séne, do Sénégal, e os vinhos servidos são da vinícola Avondale, que fica na África do Sul. Todos os pratos e vinhos estavam excelentes, o jantar foi realmente muito legal. Estes jantares são realizados no Espaço Gourmert da própria loja, e sempre são uma boa oportunidade de conhecer novos vinhos e adquirí-los com algum desconto. 
A vinícola Avondale produz vinhos biodinâmicos. Não sei bem explicar o conceito disso, vou pesquisar e outra hora faço um post específico, mas pelo que entendi, os biodinâmicos vão além dos orgânicos. O processo de produção do vinho é natural e não são utilizados agrotóxicos ou qualquer outro produto químico para tratar a uva ou o solo. A diferença principal entre os orgânicos e os biodinâmicos, é o que o primeiro usa adubo ou estrume para melhorar as características agronômicas do solo, já o segundo equilibra o solo através de um processo de remineralização... A explicação é comprida e não vou me delongar no assunto, fica para outra hora, sem pressa... 
Os pratos servidos na janta foram um festival de sabores e aromas. A culinária africana usa bastante especiarias e temperos picantes. Em minha opinião, não é fácil harmonizar vinhos com este tipo de culinária, mas a equipe de sommeliers da Vinho do Mundo fez um ótimo trabalho.
Eu não preciso dizer que saí de lá cheia de idéias, e a receita eleita para me introduzir na culinária sulafricana foi o Bobotie. O Bobotie é uma espécie de bolo de carne, e segundo os entendidos, é um dos pratos preferidos do Nelson Mandela. Cheguei da janta e fui direto "googlear" uma receita. Apesar da grande variação de ingredientes entre as receitas encontradas, todas seguem a mesma filosofia de preparo e os mesmos ingredientes base, então, como quem junta um quebra-cabeça, montei mentalmente minha versão com base no que eu comi e vi na internet. Para dar um charme a mais na apresentação, usei meus ramequins. Ficou ótimo, acho que o chef Mamadou aprovaria, rsrsrs.  Usei:
1/2 kilo de carne moída;
1/2 cebola roxa pequena;
1 fatia de pão integral;
1/2 xícara de leite de coco;
1 ovo;
6 folhas de hortelã rasgadas com a mão;
castanhas do pará picadas grosseiramente;
passas de uva (branca e preta);
1 col. de café de curry;
1 col. de café de páprica picante;
sal e pimenta moída na hora (mix de pimentas - composto por pimenta do reino preta, branca, pimenta rosa, pimenta calabresa e pimenta jamaicana, a mistura já vem pronta em um moedorzinho de plástico - da marca Chelli).
Piquei o pão em pedaços e deixei de molho no leite de coco por alguns minutos. Cortei a cebola em tiras e refoguei em um fio de azeite de oliva. Escorri o pão (reservei o leite de coco) e misturei com a carne, a cebola, o curry, a páprica, o hortelã, as passas, as castanhas e em pouco de sal. Quando a mistura ficou homogênea distribui em três ramequins. Bati o ovo com o leite de coco, um pouco de sal e o mix de pimentas. Dividi esta mistura sobre a massa de carne que estava nos ramequins. levei ao forno médio por 30 minutos. "Primo irmão" do bobotie feito pelo chef africano. 
Para harmonizar, um Cabernet Sauvignon Gran Reserva 2003 The Owl House Avondale. Um belíssimo vinho. Cor vermelho rubi escuro, no início senti aroma de pimentão (yes!!! foi a primeira vez que consigui sentir esse), depois as notas amadeiradas se destacaram pelo tabaco, senti algo de fruta seca, talvez geléia de amora. Durante a harmonização com o prato, apareceram notas mais doces, algo próximo do doce de leite.  Na boca, boa persistência e volume, taninos maduros e discretos. Achei que brigou um pouquinho com a minha versão do bobotie. Lá na janta da Vinhos do Mundo a harmonização foi melhor sucedida. Um ótimo vinho, que ficou melhor ainda com o desconto: de R$79,90 por R$49,86. Super valeu a pena.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Filézinho de porco com mostarda

Adoro o ritual de cozinhar com calma, tomando uma tacinha de vinho, interagindo com os ingredientes e sentindo os aromas... Mas tem dias que o tempo é curto e vale a opção rápida e prática, que de preferência suje pouca louça. Durante a semana não temos o hábito de jantar, mas esses dias cheguei em casa podre de cansada e louca pra comer uma coisa quente e salgada, pois na correria  havia substituído o almoço por um lanche. Lembrei que no final de semana tinha tirado do freezer um pacotinho de filé suíno temperado e acabei não preparando, então, como estava na geladeira, era imprescindível que fosse consumido logo. 
Coloquei os filés em uma forma e para dar um toque "pessoal", sobre eles, generosas colheradas de mostarda com mel (já vem pronta, da marca Hemmer) e cebola roxa picada bem miudinha - obviamente já estava picada em um potinho na geladeira, que eu não era louca de cortar cebola no cansaço que eu estava.
40 minutos de forno a 180 ºC (20 com papel alumínio e 20 sem) e estava pronto. Uma delícia, a mostarda e a cebola criaram uma crostinha que fez toda diferença no sabor. 
Na foto abaixo, a iluminação alterou um pouco a cor da carne, mas ao vivo ela fica bem rosadinha viu! Falo isso pois certas pessoas acham a carne de porco muito seca, mas na verdade, no intuito de evitar que fique mal passada, acabam assando de mais. O ponto ideal do filé de porco é rosado e úmido. Já que o critério da cor pode ficar confuso, na hora de verificar o ponto ideal de cozimento passo e faca e verifico se o líquido que escorreu é transparente. Se neste líquido houver algum resquício de sangue, é porque ainda não está no ponto, e se não sair líquido algum, é porque já passou e está seco...



quarta-feira, 7 de julho de 2010

Fondue de queijo clássico e Miolo Lote 43

Até hoje, só havia utilizado aquelas massas prontas para fondue de queijo que têm nos supermercados. Nem me lembro qual foi a última vez que comprei, mas lembro de pensar que na próxima faria um fondue de "verdade", porque cá pra nós, elas são bem "mais ou menos". Pois então, o dia chegou e só tenho uma coisa a dizer: massa pronta para fondue nunca mais!!!! Fazer é muito fácil e fica muito bom. Não sou uma profunda conhecedora de fondue, mas arrisco dizer que este foi o melhor que já comi, e olha que tirando as experiências caseiras, todas aos outras foram em restaurantes da Serra Gaúcha.
Me inspirei na receita do blog Cooking Weekend, e usei:
200 g de queijo emmental
200 g de queijo gruyère
Pouco mais de 150 ml de vinho branco seco
1 fio de azeite de oliva
2 dentes de alho
1 colher de sopa de farinha de trigo
Noz moscada e pimenta do reino, raladas na hora e a gosto.
Misturei os queijos ralados, a farinha, a noz moscada e a pimenta do reino. Levei ao fogo baixo (do fogão), na panelinha própria para fondue, um fio de azeite e os dentes de alho inteiros, refoguei levemente e antes de descartá-los, passei pelas paredes da panela. Coloquei 100 ml de vinho e 1 minuto depois a mistura com os queijos. A partir deste momento, mexer sem parar, com o cuidado de não deixar grudar no fundo. Fui acrescentando um pouco mais de vinho a medida que o queijo derretia, até chegar na consistência que julguei ideal (cremoso e  sem grumos, tem que "pingar", mas não pode ser muito fluído - acho que a primeira foto da postagem da uma idéia sobre a consistência). Neste momento levei pra mesa e instalei  a panela na base própria do aparelho de fondue, sobre o foguareiro aceso para manter o calor.
Servi com cubos de pão levemente torrado, nhoque de batata cozido, e cogumelo Paris fatiados e rapidamente refogados com um fio de azeite de oliva e sal.
Dentro do assunto fondue, mas saindo do contexto da receita, vale uma dica para quem nunca fez em casa e está pensando em comprar um aparelho de fondue. Diferentes tipos de fondue (carne, queijo ou chocolate), exigem panelas de diferentes materiais. O de queijo, e principalmente o de chocolate, são mais delicados e precisam de uma panela de fundo grosso, de preferência de cerâmica.  Esta que eu tenho é de aço inox e parede finíssima, portanto ideal para fazer o fondue de carne. Para os outros tipo, é uma "cilada" porque se piscar o fondue queima com o calor do fogareiro. Então pensem nisso antes de fazer a compra, ok? Muitas vezes as lojas só estão afim de vender e não alertam o consumidor sobre as possibilidades e restrições de uso do produto. Eu ganhei de presente, não tive escolha, mas na época não tinha noção alguma sobre isso, então achei legal comentar ;)
Saindo da grastronomia, entramos na enofilia, o vinho da noite: Miolo Lote 43. Vinho que identifica a terra recebida em 1897 pelo imigrante italiano Giuseppe Miolo, quando estabeleceu-se no sul do país, onde hoje é o Vale dos Vinhedos. Neste lote hoje são cultivadas apenas uvas nobre das castas Merlot e Cabernet Sauvignon. Segundo definição da própria vinícola, este vinho é assinado pelo enólogo da família, Adriano Miolo, e foi elaborado para ser um ícone da marca, além de uma homenagem ao Giuseppe, patriarca da família.  A safra que está disponível no mercado é a 2005. Envelhecido em barricas novas de carvalho americano, o vinho foi engarrafado na primavera de 2006 e ficou descansando nas caves subterrâneas da vinícola Miolo até estar pronto para ser comercializado. 
Após esta longa descrição, que consta no rótulo e na ficha técnica do vinho, vamos à minha percepção... Sem dúvidas um ótimo vinho, seguramente o melhor que já tomei produzido por esta vinícola. Os taninos estavam bem maduros e o final persistente na boa. Na categoria aromas só senti carvalho, carvalho e mais carvalho... Isto não quer dizer que o vinho não tinha outros aromas, mas meu nariz amador não identifico mais - a ficha técnica fala em "aromas complexos", tenho preconceito com esta definição, mas tudo bem... Achei que faltou um pouco de corpo no vinho e apesar de, segundo sua ficha técnica, ser apropriado para pratos como carne de caça, o vinho combinou super bem com o fondue. Compramos naquele curso que fizemos na vinícola com 20% de desconto, o que deixa o preço bom. Olhei no site e hoje uma garrafa custa R$ 79,00. Acho esse preço meio salgado, tenho dúvidas se vale  - que fique registrado que o Rodrigo discorda desta minha opinião, ele adorou o vinho e acha que vale. Às vezes acho que além dos altos impostos, no preço dos vinhos produzidos na Serra Gaúcha há uma boa carga de "publicidade",  se é que vocês me entendem...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Maçã, pêra, canela, gengibre... Que importa o nome?

Não sei se isso pode ser chamado de bolo, torta ou crumble. Inventei inspirada em uma torta de maçã com especiarias que comi em uma confeitaria aqui em Porto Alegre (Bella Gula). Achei maravilhosa e fiquei morrendo de vontade de fazer algo do tipo. Então, em uma tarde de domingo, juntei minha percepção quanto à torta com a lembrança de receitas de crumble (que eu nem sei bem o que é), e criei esta receita com os ingredientes que tinha em casa. O resultado atendeu largamente minhas expectativas, considerando os níveis de "invencionice" e improviso envolvidos no preparo. Usei:
150g de bolacha Maizena triturada no liquidificador até virar uma farinha;
1 punhado de castanha do pará também triturada no liquidificador;
1 xícara de açúcar mascavo;
1 xícara de granola;
2 maçãs pequenas e 1 pêra grande picadas em cubos;
suco de 1/2 limão;
100 g de manteiga derretida;
1 colher de sobremesa (rasa) de canela;
gengibre finamente picado, a gosto.
Misturei todos os ingredientes e acomodei em um refratário pequeno, de modo que formasse uma camada lisa e uniforme. Levei ao forno por 30 minutos a 180ºC.
Servi quente, regado com mel de flor de laranjeira. Muito bom!

sábado, 3 de julho de 2010

Tomates assados com manjericão e gorgonzola e a "virgindade" dos azeites

Mais uma "invencionice" com alto grau de aprovação aqui em casa. Fácil, fácil e mega saboroso. Uma bela entrada ou acompanhamento. 
Fiz assim: cortei os tomates cereja ao meio e tirei as sementes em água corrente, escorri, acomodei eles virados para cima em um refratário, coloquei um pedacinho de gorgonzola dentro de cada um, joguei um punhado de folhas de manjericão por cima e reguei com um azeite de oliva de boa qualidade. 30 minutos de forno médio e estava pronto para servir. Excelente! Bom de comer puro, com um pãozinho... Esta semana fiz uma "fornada" dessas e misturei com uma massa tipo fusilli (parafuso), dos deuses! Esta foto no refratário foi da primeira vez que eu fiz e me prestei a botar um pedacinho de gorgonzola em cada meio-tomate, mas nas outras relaxei... Esfarelei o gorgozola sobre os tomates sem me preocupar muito aonde caía - é mais rápido e o resultado é o mesmo. Não é muito light porque tem queijo e o azeite de oliva é calórico, mas se for de boa qualidade é uma gordura "do bem", o que minimiza um pouco a culpa pelas calorias ingeridas. No prato acrescentei mais um tanto de um azeite maravilhoso que abrimos recentemente - o português Grande Escolha da Gallo.

Aqui em casa, o azeite de oliva que eu coloco no prato tem sobrenome: extra virgem. Mas afinal, o que significa a "virgindade" do azeite? Imagino que a maioria das pessoas ligadas em gastronomia tenha alguma noção sobre o assunto, mas imagino também que esta não seja uma questão óbvia para muitos, então eu - que não sou expert no assunto, mas adoro pesquisar sobre tudo - resolvi falar um pouquinho sobre isso.
O azeite próprio para o consumo humano se enquadra em três categorias: 
- Azeite de oliva extra virgem - acidez varia entre 0,1 e 0,8%, tem alta qualidade gastronômica e é perfeito para a finalização de pratos e saladas;
- Azeite de oliva virgem - acidez entre 0,8 e 2% e ótimo para uso culinário, também chamado de azeite de oliva fino;
- Azeite de oliva - denominação genérica dada a mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens. O grau de acidez não pode ultrapassar 1%.
E o que é esta tal acidez? A acidez do azeite não se refere ao sentido que a palavra ácido possui normalmente. Em termos químicos, se refere à proporção de ácidos graxos livres em relação ao ácido oleico presente no azeite. Esta proporção de ácidos livres diante do ácido oleico é consequência do mal estado dos frutos, mal tratamento ou ainda da mal conservação. De certa forma, pode-se dizer que quanto menor a acidez melhor a qualidade do azeite, o que não significa que um azeite de baixa acidez é necessariamente um bom azeite. Complicou, não é? Existem outros fatores que referem-se à qualidade de um azeite, como a variedade da azeitona, o ponto de colheita, o clima, o solo, o cultivo... Hoje em dia há uma imensa gama de sabores e aromas que envolvem o mundo dos azeites de qualidade. Como com os vinhos, há analise sensorial, degustação e inúmeros rituais para classificar os diferentes tipos. Existem mais de 2.000 tipos de azeitonas próprias para se produzir azeite. Existem aquelas que resultam em azeites de excelente sabor, aroma e textura, já outras podem produzir um azeite "aguado" e sem gosto. Em ambos os casos, o azeite pode apresentar baíxissima acidez, por isso um azeite extra virgem não é necessariamente um bom azeite, mas um bom azeite, certamente é extra virgem. 
Há tempos uso o extra virgem e já comprei azeites muito bons e azeites lamentáveis... A gente só acerta provando. Em geral, os que me agradam são os mais encorpados, com cheiro e gosto de azeitona. Claro que para cozinhar não boto um extra virgem na panela (uso um virgem), mas no prato não abro mão, pois faz toda a diferença.
Para finalizar, vale lembrar, que o consumo regular deste alimento de qualidade faz bem ao coração, ajuda a regular o funcionamento intestinal, diminui o nível do mau colesterol (aumenta o do bom) e tonifica a pele. Mas isso só vale para os azeites virgem e extra virgem, que são literalmente o suco da azeitona, obtidos por uma única prensagem, sem transformação química.


A maior parte das informações desta postagem foi baseada na coluna Azeites da revista Adega, em diferentes edições.